Alameda
Frutas da estação sobre creme de baunilha.
Cada torta sai de uma fôrma por vez, no ritmo de quem tem tempo. É devagar de propósito — assim a massa descansa, o creme firma e a fatia chega inteira na sua mesa.
Doze receitas fixas e duas que mudam com a fruta da estação. Se acabou antes das seis, é porque a fornada é a mesma desde 2009 — pequena.
Frutas da estação sobre creme de baunilha.
A receita da avó da fundadora. Coco e doce de leite.
Ácida na medida, merengue queimado na hora.
Chocolate 70% para quem não gosta de doce doce.
Quatro fatias diferentes para não escolher sozinho.
A da casa: amêndoa tostada e pera em calda.
Em 2009, Marina Sobral fazia tortas na cozinha de casa e entregava de bicicleta no bairro Batel. Eram quatro sabores e um caderno de encomendas. O primeiro balcão veio dois anos depois, quando a lista de espera passou de uma semana.
De lá para cá mudou a escala, não o método. As massas continuam abertas à mão, os cremes continuam feitos em panela pequena e nenhuma receita entra na vitrine sem passar por três semanas de prova.
Hoje são doze casas entre Paraná e São Paulo. Cada uma tem forno próprio — nada chega pronto de fora.
Aniversário, chá, reunião de domingo ou terça-feira sem motivo nenhum. Pedimos três dias de antecedência — é o tempo que a massa leva para ficar boa.
Três delas abaixo. As outras nove estão na página de lojas, com horário e telefone de cada uma.
Nenhuma unidade passa de trinta lugares. Cabe o balcão, o forno e mesa suficiente para o café esfriar enquanto a conversa não acaba.
Se ainda não tem Amêndola na sua cidade, escreva pra gente. A gente responde todas.
Cadastro gratuito no balcão, em trinta segundos. A cada R$ 1,00 você junta 1 ponto — e o ponto vale em qualquer uma das doze casas.